‘Cem Anos de Solidão’ e ‘O Amor nos Tempos do Cólera’. Gabriel Garcia Marquez, seu realismo mágico, e duas ‘Femme Fatale’. Parte 1.

Em homenagem ao Eterno Gabriel Garcia Márquez

Ricardo Nagy's Blog

Em homenagem ao eterno Gabriel Garcia Márquez, um post que havia escrito sobre dois de meus livros favoritos, que marcaram muito minha história, de sua autoria. “Yo napot, paçak!”

‘Cem Anos de Solidão’ tem a peculiaridade de ser um dos livros mais lidos e traduzidos do mundo. Em 2007 a obra foi considerada a segunda mais importante de toda a literatura hispânica, ficando atrás, apenas, de ‘Don Quixote de La Mancha’. Semelhantemente ao fato irrelevante de Capitu ter traído ou não Bentinho, em Dom Casmurro, de Machado de Assis, o grande emaranhado de Aurelianos, José Arcadios e a árvore genealógica interminável fez muitas pessoas o lerem com blocos de anotações, mas não é o mais importante. A essência está em apreciar o realismo mágico com que Gabriel Garcia Marquez traz a história da cidade mítica de Macondo, retratando várias gerações que lutam contra uma realidade truculenta, excessiva, sempre à beira…

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Sobre ricardonagy

USP/PUC-SP. Bacharel em Direito PUC-SP. Pós-graduando em Direito Civil pela EPM-TJSP. Bacharel e Licenciado Letras inglês/português USP. Pós-graduado em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação PUC-SP.
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